NÃO SEI
Não sei o que quer dizer
O que o povo diz
Que é pra eu fazer
Só dizem que é pra fazer
Más, fazer o quê?
Eu não sei dizer
Não sei do que o povo gosta
Esta lei imposta
Eu não sei seguir
Toda essa metamorfose
Está querendo
Me confundir
O reto não mais existe
O torto insiste
Em continuar
E muda constantemente
E eu não sei
Quando vai parar
Não sei como vou saber
O que o povo quer
Qual satisfação?
Só sei, isto sim é certo
O que o povo sofre
É uma mutação
Não sei se o que digo hoje
Ainda vai valer
Semana que vem
Não sei se o que o povo diz
É real, concreto
Ou se vai além
Não sei o que quer dizer
Alguém quer dizer?
Tem alguém que sabe?
Se tem, queira me dizer
Antes que tudo mude
E essa fase acabe
Más acho que a resposta
Não está posta
Não está pronta
E quando houver resposta
Não haverá pró
Só havera o contra
Não sei o que quer dizer
O que o povo diz
Que é para eu ser
Só sei que para eu ser
Tenho que saber
O que EU quero ser
quarta-feira, 7 de julho de 2010
terça-feira, 6 de julho de 2010
HORIZONTE
Olhei no azular do horizonte
Que parecia estar fora de alcançe
Aquele azular, de tão distante
Me aproximava do que havia adiante
O que há além de azul, além do mar?
Daquela linha fina, horizontal?
O que há além de ti, que me desperta?
O que há além da areia, além do sal?
Misteriosa linha do horizonte
Leve-me para além de ti
Faça-me sentir a sua calmaria
Pois esta não posso sentir aqui
Leve-me para minha liberdade
Leve-me e me faça sentir a paz
Leve-me e me faça esqueçer que sofro
Leve-me para que eu não volte jamais.
Olhei no azular do horizonte
Que parecia estar fora de alcançe
Aquele azular, de tão distante
Me aproximava do que havia adiante
O que há além de azul, além do mar?
Daquela linha fina, horizontal?
O que há além de ti, que me desperta?
O que há além da areia, além do sal?
Misteriosa linha do horizonte
Leve-me para além de ti
Faça-me sentir a sua calmaria
Pois esta não posso sentir aqui
Leve-me para minha liberdade
Leve-me e me faça sentir a paz
Leve-me e me faça esqueçer que sofro
Leve-me para que eu não volte jamais.
domingo, 18 de abril de 2010
Fiz esse poema más ainda não consegui pensar num título. Quando eu pensar em algum eu coloco.
SEM TÍTULO.
Meu bem eu já não posso lhe dizer,
Sobre o que eu vejo ao meu redor.
Não sei o que é errado ou o que é certo,
Não sei o que é melhor ou o que é pior.
Meu bem eu já não posso lhe dizer,
Qual o caminho que eu devo seguir.
Muitas escolhas eu tenho que fazer,
Más eu não sei por onde devo ir.
Agora está tudo distorcido,
Agora está tudo muito incerto.
Agora está tudo diferente,
De tudo que eu havia descoberto.
São mentiras inteiras,
Competindo com meias verdades.
SEM TÍTULO.
Meu bem eu já não posso lhe dizer,
Sobre o que eu vejo ao meu redor.
Não sei o que é errado ou o que é certo,
Não sei o que é melhor ou o que é pior.
Meu bem eu já não posso lhe dizer,
Qual o caminho que eu devo seguir.
Muitas escolhas eu tenho que fazer,
Más eu não sei por onde devo ir.
Agora está tudo distorcido,
Agora está tudo muito incerto.
Agora está tudo diferente,
De tudo que eu havia descoberto.
São mentiras inteiras,
Competindo com meias verdades.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
DE QUEM ÉS, MEU BRASIL?
Brasil
País colonizado
Qual é sua raça, afinal?
Quem originou sua beleza,
Sua natureza, seu sal?
Brasil
País colonizado
Quem te descobriu?
A pele vermelha? O penacho?
A pele branca no navio?
Brasil
País colonizado
Qual sua língua verdadeira?
Ora pois, não sabeis?
Tupi Guarani já esqueceis?
Brasil
País colonizado
O que tu tens? Quanto vales?
Diamantes, ouro, prata, minério?
Ou espelhos, talheres, xales?
Brasil
Tua raça não sabem
Brasil
Não sabem quem lhe descobriu
Brasil
Não sabem sua real língua
Brasil
Não sabem o valor do anil
Não sabem dos pele vermelha
Não sabem Tupi Guarani
Não sabem do Piaga, nem de Tupã
Nem dos Timbiras, dos Tupinambá, nem do povo Tupi.
Brasil
País colonizado
Qual é sua raça, afinal?
Quem originou sua beleza,
Sua natureza, seu sal?
Brasil
País colonizado
Quem te descobriu?
A pele vermelha? O penacho?
A pele branca no navio?
Brasil
País colonizado
Qual sua língua verdadeira?
Ora pois, não sabeis?
Tupi Guarani já esqueceis?
Brasil
País colonizado
O que tu tens? Quanto vales?
Diamantes, ouro, prata, minério?
Ou espelhos, talheres, xales?
Brasil
Tua raça não sabem
Brasil
Não sabem quem lhe descobriu
Brasil
Não sabem sua real língua
Brasil
Não sabem o valor do anil
Não sabem dos pele vermelha
Não sabem Tupi Guarani
Não sabem do Piaga, nem de Tupã
Nem dos Timbiras, dos Tupinambá, nem do povo Tupi.
A MAGIA DA POESIA
Não precisa de rima pra entender o contexto de uma
poesia
Não é a estrutura que expõe o sentimentalismo que nele
há
O sentido, a crítica, a emoção... Está nos olhos de quem
lê
A subjetvidade nos dá o poder de
imaginar
Cada verso, cada estrofe nos transporta para confins
desconhecidos
Na esperança de saber o que se passava na mente do
poeta
O brilhantismo, a leveza, a sutileza, a inteligência de cada
detalhe
Deixa-nos mais maravilhados com tamanha
beleza
Música, soneto, prosa, não importa o que
seja
Tudo se trata de arte, a maravilha do
pensar
Tudo se trata de arte, a maravilha do
sentir
Tudo se trata de arte, a maravilha do
interpretar
Viva à poesia!
Viva aos poetas!
Não precisa de rima pra entender o contexto de uma
poesia
Não é a estrutura que expõe o sentimentalismo que nele
há
O sentido, a crítica, a emoção... Está nos olhos de quem
lê
A subjetvidade nos dá o poder de
imaginar
Cada verso, cada estrofe nos transporta para confins
desconhecidos
Na esperança de saber o que se passava na mente do
poeta
O brilhantismo, a leveza, a sutileza, a inteligência de cada
detalhe
Deixa-nos mais maravilhados com tamanha
beleza
Música, soneto, prosa, não importa o que
seja
Tudo se trata de arte, a maravilha do
pensar
Tudo se trata de arte, a maravilha do
sentir
Tudo se trata de arte, a maravilha do
interpretar
Viva à poesia!
Viva aos poetas!
TEMPO
Reconcilio-me com o tempo
E torno este meu amigo
Ele passa e eu vou com ele
E ele sempre está comigo
As coisas mudam de repente
E ele sempre vai, sem descanso
Quieto, rápido ou lentamente
Sossegado, apressado ou manso
Silencioso ele vai passando
A vida vai se transformando
E aos poucos se vai morrendo
E aos poucos se vai brotando
Lembranças surgem do tempo que já passou
Lembranças que jamais voltarão
E lentamente vão se dissipando
E lentamente chega a escuridão
O tempo passa e tranforma o jovem
O jovem que um dia o idoso foi
O tempo passa e transforma a vida
Que não pode ser deixada pra depois
Reconcilio-me com o tempo
E torno este meu amigo
Ele passa e eu vou com ele
E ele sempre está comigo
As coisas mudam de repente
E ele sempre vai, sem descanso
Quieto, rápido ou lentamente
Sossegado, apressado ou manso
Silencioso ele vai passando
A vida vai se transformando
E aos poucos se vai morrendo
E aos poucos se vai brotando
Lembranças surgem do tempo que já passou
Lembranças que jamais voltarão
E lentamente vão se dissipando
E lentamente chega a escuridão
O tempo passa e tranforma o jovem
O jovem que um dia o idoso foi
O tempo passa e transforma a vida
Que não pode ser deixada pra depois
sábado, 6 de fevereiro de 2010
O fim. Acontece com tudo aquilo que tem um começo e um meio. Chega para todos nós. É inevitável.
É O FIM.
É o fim...
É o desfecho.
É o fim...
É o desenlace.
É o fim...
Do respirar.
É o fim...
Do palpitar.
É o fim...
Não há mais vida.
É o fim...
Não há partida
É o fim...
É o expirar.
É o fim...
É o acabar.
É o fim...
É o falecido.
É o fim...
É o extinto.
É o fim...
É o perecer.
É o fim...
É o falecer.
É o fim...
É o perder.
É o fim...
Adormecer.
É O FIM.
É o fim...
É o desfecho.
É o fim...
É o desenlace.
É o fim...
Do respirar.
É o fim...
Do palpitar.
É o fim...
Não há mais vida.
É o fim...
Não há partida
É o fim...
É o expirar.
É o fim...
É o acabar.
É o fim...
É o falecido.
É o fim...
É o extinto.
É o fim...
É o perecer.
É o fim...
É o falecer.
É o fim...
É o perder.
É o fim...
Adormecer.
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